quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

(CP5) - Ética Empresarial

Responsabilidade Social das Empresas
A Responsabilidade Social das Empresas (RSE) consiste na integração de preocupações sociais ou ambientais quer nas operações de todos os dias das organizações quer na sua interacção com a totalidade dos recursos humanos, clientes, investidores, fornecedores, autoridades locais, público em geral, etc.
Muitas vezes confunde-se RSE com acções de filantropia ou de mecenato, actuações pontuais que não fazem parte do objecto do negócio da organização. Essas actividades podem pertencer a um plano de responsabilidade social, todavia só por si não tornam a empresa socialmente responsável. A RSE implica uma decisão de gestão conscienciosa ou ponderada, que não se traduz em actos avulsos mas que aposta, pelo contrário, na continuidade dos projectos.
De acordo com o Livro Verde para a RSE da Comissão Europeia, as organizações “responsáveis” seguem um modelo de gestão baseado no triple bottom line, também conhecido por 3 P’s, que tem em consideração o impacto económico (profit), social (people) e ambiental (planet) de todas as actividades da empresa.
Impacto Económico – Os negócios devem medir o impacto económico que têm nos seus recursos humanos, fornecedores, sociedade, etc. Por exemplo, no relatório de contas, em que são normalmente destacados os lucros ou a rentabilidade da empresa, podem ser também sublinhadas as consequências que o seu desempenho tem na situação financeira dos seus intervenientes.
Impacto Social – A acção das organizações influenciam igualmente a dimensão social da vida de todas as partes que com elas interagem (empregados, consumidores, fornecedores, colaboradores, etc.). Esta preocupação reflecte-se, por exemplo, no respeito pelos direitos dos trabalhadores ou noutras iniciativas dirigidas aos recursos humanos, como o apoio à formação, a aceitação dos compromissos da vida privada dos colaboradores, o incentivo à participação dos trabalhadores nos sindicatos, etc.
Impacto Ambiental – Ao estarem atentas às implicações que as suas actividades têm no meio ambiente (sistemas naturais, ecossistemas, solos, ar, água), as empresas revelam a sua responsabilidade social. Neste campo, existem diversas medidas que podem ser promovidas pelos negócios, desde a reciclagem de tinteiros até à adopção de sistemas de poupança de energia.
As empresas que se envolvem em projectos de responsabilidade social estão assim a integrar os valores do desenvolvimento sustentável na sua gestão. Deste modo, as organizações “responsáveis” não trabalham apenas para satisfazer as suas próprias necessidades, mas também para o bem-estar da sua geração e das gerações futuras. Quando cumprem a sua responsabilidade social, as entidades estão a zelar e a respeitar os interesses de todos.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Bom Ano Ano


É com imensa alegria k desejo 1 EXELENTE ANO de 2009 para todos NÓS!!!
Que este próximo ano nos traga melhores coisas em relação a 2008, i que seja 1000000% superior!!

Cumps


Mike Reis

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Feliz Natal!!!


A todos os meus colegas, formadores e o restante ppl que visita este blogue, desejo 1 EXCELENTE:


Cumps:

Mike Reis

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Agradecimento e boas vindas

Antes de mais, gostaríamos de agradecer ao formador Carlos Mendonça e á formadora Gisela Domingues pela excelente ideia da criação deste blogue e de dar as boas vindas a todos aqueles que participam, e os que virão certamente participar neste blogue!!

Sobre o trabalho efectuado, poderão ler no comentário feito no tópico do formador Carlos, visto que eu [Mike] e o Bruno optamos por efectuá-lo [trabalho] de uma maneira diferente, utilizando pequenos excertos do texto que achamos mais importantes e seguidamente colocámos a nossa opinião.

Cumps
Mike Reis

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Migração Internacional o Tortuosa Caminho

Neste artigo retrata-se o tema dos fluxos migratórios. É relatada a história de pessoas que passam fronteiras para encontrar uma vida melhor ao entrar noutros países completamente desconhecidos. Os aspectos mais referenciados são: a pobreza, o sistema político, causas naturais, culturais, étnicas entre outras, surgem como principal causa de migração.
Temos como exemplo o povo africano cerca de 9% teve de emigrar devido ao seu sistema político, pois os seus governadores apenas se interessam pelo seu enriquecimento, há falta de trabalho e outro aspecto muito importante é o cultural, cerca de um terço dos migrantes mundiais são pessoas qualificadas que tem de abandonar o seu país para poderem ter uma vida melhor, nos Estados Unidos cerca de 70% são trabalhadores de alto nível.
Muitos destes emigrantes passam por dificuldades, são enganados até muitos deles morrem pelo caminho.
Não devemos perder de vista o ponto humanitário destas pessoas.
Não podemos esquecer as redes clandestinas de migração que chegam ao nosso país em condições precárias entre estes migrantes: a maioria são mulheres e crianças vítimas de tráfico de pessoas.
Devido a estes problemas a ONU promoveu uma reunião com os altos representantes de 120 países para poderem debater os problemas da emigração em todo o mundo.
Por outro lado, temos que ter em conta que a emigração existente, nos países de destino, faz com que se gere uma economia melhor para o próprio país, muitos países subiram a sua economia através da contribuição dos emigrantes.
Mas nos dias de hoje já notamos diferenças a nível da migração mais controlada, mas ainda é moroso o processo ou as soluções em vista que os governos tardam a dar, é um caminho difícil, mas já começa a ser trilhado.


Por tudo isto todos nos cidadões do mundo vamos dizer NÃO ao Racismo, à Pobreza
ao Tráfico de Pessoas, mais Humanidade, dar as mãos e teremos um amanhã mais iluminado!

POR UM AMANHÃ MELHOR!


Trabalho elaborado por:
Sandra nº14
Patrícia nº15

CP_4 Processos Identitários
16-12-2008

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Migrações internacionais: o tortuoso caminho

Actualmente, estima-se que cerca de 200 milhões de pessoas (3% da população mundial) vivam fora do país onde nasceram, 18 milhões delas (9%) de origem africana.

A ONU promoveu em 2006, em Nova Iorque, a primeira cúpula de nível ministerial dedicada às migrações. A realização do "Diálogo de Alto Nível sobre Migrações e Desenvolvimento" reflectiu a actual importância deste tema nas agendas dos Estados do mundo todo. O evento reuniu ministros e delegados de mais de 120 países para debater questões como remessas financeiras, tráfico de pessoas, direitos humanos, multiculturalismo, parcerias bilaterais e regionais, entre outras.
O "Diálogo de Alto Nível" foi um passo crucial, ainda que tímido, para que esse tema politicamente tão sensível deixe de ser tratado por meio de acções isoladas e passe a ser discutido de forma multilateral pelos diversos países envolvidos. Verificou-se a emergência de ideias importantes para que o debate possa caminhar para um ponto de convergência, principalmente a de que é possível, por meio da cooperação entre os países, criar uma situação que favoreça ao mesmo tempo os migrantes, seus países de origem e as nações que os recebem.

É urgente que se criem políticas globais de desenvolvimento e protecção dos migrantes, tanto nos países de origem, explorados por máfias de tráfico humano, bem como nos países de destinos, com medidas de protecção e igualdade de acesso ao emprego, ensino, formação, habitação, saúde, entre outros. Assim podemos combater mais eficazmente as desigualdades no mundo e promover a multiculturalidade.

Comente o artigo “Migrações internacionais: o tortuoso caminho” publicado por Catarina Brandão.